Em muitas tradições religiosas, incluindo as três grandes religiões monoteístas, o galo é uma criatura celestial e votiva, simbolizando a ressurreição solar e espiritual e com o seu canto anuncia a entrada do novo dia depois de um período de trevas.
Este enredo pretende espelhar todos esses assuntos e dogmas das nossas sociedades expondo todos os seus malefícios, injustiças e demais prevaricações, incluindo uma nefasta utilização do poder por muitos dos quadrantes políticos, sociais, económicos e religiosos fazendo muitas vezes com que parte da Humanidade se sinta nas trevas.A figura do Galo aparece como ícone da Luz, pela força simbólica da justiça, símbolo de união nacional, religioso, de sapiência, concertador e intermediário. O símbolo do Galo foi adoptado por povos e nações como sinónimo de grandes e nobres causas, de bravura e tenacidade na luta pela liberdade e sempre na defesa na luta do Bem contra O Mal.
Além de indissociável alegria e festividade como pretende este enredo, o galo assume uma grande forma de expressão cultural como sendo um dos factores mais importantes para a identificação e unidade de um povo. A sua manutenção exige o esforço colectivo na transmissão de valores, crenças, padrões, e comportamento do grupo para novas gerações.
O Canto do Galo chega para despertar a humanidade do seu sonambulismo e nos faz vislumbrar uma nova aurora, onde nada será como antes.
Galo o signo do Sol
Bem Hajam
O Carnavalesco
Ficha Técnica:
Presidente: Jorge Farinha
Presidente da Assembleia: João Carlos Rosa
Tema/Enredo: “Quem canta de galo quer poleiro”
Carnavalesco: Diamantino Paulino
Samba Enredo: Tércio Borges
Director de Bateria: Ricardo Custódio
Director Artístico: Eduardo Cunha
Porta Estandarte: Ana Isabel
Mestre Sala: Fernando Soromenho
Madrinha de Bateria: Ana Maria Soromenho
Chefes de Alas: Daniela Martins, Graça Antanças, Genoveza Rosendo, Carla Figueiredo, Irene, Júlia Gonçalves, Emília Farinha, Eduardo Cunha Carlos, Paulo Venâncio
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